Uma grande parte da riqueza arqueológica síria desapareceu durante a guerra que causou danos enormes em Alepo, no vale do Eufrates e Palmira, onde o risco continua devido à ação do exército russo e forças governamentais perante a inação internacional.
A ocupação de Palmira pelo Estado Islâmico atraiu a atenção do mundo e dos meios de comunicação social mas os danos em Palmira ocorreram desde o primeiro dia que as forças de Al Asad fizeram bombardeamentos sistemáticos dos sítios arqueológicos com a desculpa de que os rebeldes se tinham escondido neles.
Além de que para o regime de Al Asad, tal como para o de Sadam Hussein no Iraque, o património anterior ao islão não faz parte do seu acervo cultural.
Portanto, as forças governamentais não têm feito o suficiente para proteger Palmira ou outras áreas da Síria, igualmente saqueadas, e só as populações locais têm tentado proteger os locais com os poucos meios de que dispõem.
No caso de Palmira, aos danos provocados pelos militares russos e sírios acresce a falta de ações concretas por parte da Unesco. Ler mais no DN.